sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Greenpeace protesta a favor de energia limpa no Congresso

Na manhã desta quinta-feira, uma torre de energia eólica inflável de 25 metros foi colocada em frente ao prédio do Congresso, em Brasília. A ação, feita por um grupo de ativistas do Greenpeace, protesta em favor da votação do Projeto de Lei de Renováveis, que incentiva e regulamenta investimentos em energia limpa como eólica, solar, pequenas centrais elétricas (PCHs) e usinas de cogeração a biomassa.



Foto: GREENPEACE/DIVULGAÇÃO

A turbina artificial trazia estampada a frase “Energia limpa. Voto no futuro”, e ficou “hasteada” em frente ao Congresso a partir das 9h, onde dez ativistas permaneceram por duas horas. Houve repressão inicial dos seguranças do prédio, que tentaram rasgar o plástico do objeto inflável. “Estamos acostumados com esse tipo de repressão. Depois eles acalmaram e não encostaram mais nos ativistas”, conta Ricardo Baitelo, coordenador de campanha de energia do Greenpeace. No final da manhã, Baitelo protocolou o relatório “Revolução Energética” na presidência da câmara, estudo que mostra a viabilidade de energias renováveis no Brasil.

O PL 630/03, ou Projeto de Lei de Renováveis, é um texto proposto pelo deputado Fernando Ferro (PT-PE), espera há um ano e meio para entrar na pauta de votação dos parlamentares. Prevê, entre outras medidas, incentivos fiscais e subsídios para quem investe em energia limpa e a descentralização da geração de energia, em que os brasileiros, individualmente, pudessem gerar energia em suas próprias casas e jogar o excedente na rede elétrica.

“Não é um projeto fácil de ser implementado, mas abre caminho para beneficiar várias indústrias de forma limpa. Infelizmente, ainda há muita resistência ao novo: investe-se nas soluções energéticas de praxe, com esquemas prontos de quais indústrias e políticos vão tirar vantagem”, criticou Baiterlo, referindo-se à licença prévia para Belo Monte e à “tradição” brasileira em construir grandes empreendimentos hidrelétricos.

Jornal Meio Ambiente

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

2011 é o ANO INTERNACIONAL DAS FLORESTAS


A Assembléia Geral da ONU – Organização das Nações Unidas declarou o ano de 2011 como o Ano Internacional das Florestas, sendo assim, serão desenvolvidas atividades que estarão focadas na gestão sustentável, conservação e desenvolvimento sustentável de todos os tipos de florestas.

As florestas além de fornecerem abrigos e habitat para a biodiversidade, são fontes de alimentos, remédios e água potável. Desempenham um papel vital em manter o clima global estável e, são essenciais para a sobrevivência e o bem estar de todas as pessoas do mundo.

Um ótimo mecanismo criado que visa a preservação e conservação das florestas é o REDD (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação). Pode se dizer que o objetivo do REDD é pagar para “manter a floresta em pé”. O pagamento, por meio da venda de créditos de carbono ou financiamento por fundos, seria equivalente ao valor do carbono armazenado nas florestas, evitando o desmatamento e as emissões decorrentes dessa degradação.

Para saber mais sobre REDD ente em contato com um de nossos consultores.

Faça sua parte! Proteja as Florestas!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Inventário de Emissões de Carbono e sua importância


Hoje o mundo está se voltando para uma economia de baixa emissão de carbono e as empresas que saem na frente com o desenvolvimento de soluções sustentáveis, ganham vantagens competitivas e de negociação.

A demanda da sociedade por produtos e serviços ambientalmente responsáveis tem feito com que um grupo cada vez maior de companhias em todo o mundo se empenhe em adotar práticas que garantam a sua sustentabilidade.

Uma das estratégias adotadas atualmente é a elaboração do Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), ferramenta da Gestão Ambiental voltada para a medição e gerenciamento das emissões de GEE, que é um dos meios pelos quais uma corporação pode contribuir para o combate às mudanças climáticas, pois ele é um instrumento que permite a caracterização de suas emissões para um posterior desenvolvimento de metas empresariais de redução.

Para inventariar as emissões de GEE, são utilizadas diretrizes e metodologias de preparação de inventários elaboradas pelo IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas). Estas diretrizes e metodologias serviram também de base para a organização do GHG Protocol, um protocolo internacional amplamente utilizado para elaboração de Inventários Corporativos.

O Greenhouse Gas Protocol (GHG Protocol) foi criado conjuntamente em 1998 pelo World Business Council for Sustainable Development (WBCSD) e pelo World Resources Institute (WRI), com parcerias de empresas, organizações não governamentais (ONGs), governo e outras instituições conveniadas ao WRI e ao WBCSD. Construído sobre um padrão corporativo, o GHG desenvolve um conjunto de ferramentas contábeis para ajudar as empresas a calcularem suas emissões, além de produzir documentos de orientação adicionais, para ajudar as empresas a compreenderem e administrarem suas emissões de GEE (GHG, 2010).

Desde sua criação, o GHG já serviu de base para a elaboração de Inventários de mais de 1.000 empresas e organizações em diferentes países do mundo. Alguns destes países, inclusive, já desenvolveram programas nacionais de emissões de GEE com base no GHG Protocol. O Brasil é um deles, que em uma parceria entre o Ministério do Meio Ambiente, Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável, Conselho Empresarial Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável, WRI e Fundação Getúlio Vargas, lançou em 2008 o GHG Protocol Brasileiro, um protocolo adaptado ao contexto nacional.

Veja alguns dos benefícios e potencialidades alcançados pela elaboração de um Inventário de Emissões de GEE:

• Diminuição dos riscos ao negócio;
• Avaliação de oportunidades;
• Aumento da Competitividade;
• Redução de custos;
• Atendimento a pressão de stakeholders;
• Ganhos de imagem corporativa;
• Vantagem de valor real;
• Vantagem de negociação.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Uma verdade oportuna!

Os dois vídeos abaixo, produzidos pela FAO e pela Comissão Florestal do Reino Unido, mostram através de imagens impactantes e uma linguagem simples o quanto as florestas podem contribuir com a mitigação das alterações climáticas e como se torna extremamente importante reverter o atual cenário de desmatamento, queimadas e perda florestal em todo o mundo. Vale a pena conferir!



quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Inventário de Emissões de Carbono (ou Gases de Efeito Estufa)



A empresa Palmares elabora inventários de emissões de carbono para Indústrias, Eventos em geral, Concessionárias de Rodovias, Hotéis, Produtos e Serviços.

O objetivo é dar suporte e auxílio as organizações para que elas possam quantificar o volume de emissões de dióxido de carbono (CO2).
O inventário de emissões de carbono (ou gases de efeito estufa) é realizado com base no GHG Protocol com o objetivo de quantificar as emissões causadoras do efeito estufa, e quando se tem o conhecimento referente a essas emissões, as empresas conseguem realizar um gerenciamento do processo, proporcionando quando necessário intervenções capazes de diminuir a quantidade emitida.

A partir do inventário, a Palmares oferece diferentes soluções ambientais para a compensação do carbono emitido.